ORLANDO, 21 de agosto de 2026 — Não foi uma simples inconsistência burocrática. Um registro falso foi inserido em um sistema oficial do governo dos Estados Unidos, produziu efeitos dentro do Supremo Tribunal Federal e ajudou a retirar a liberdade de um cidadão brasileiro por quase seis meses.
O juiz federal Gregory A. Presnell reconheceu que o registro migratório usado pelo ministro Alexandre de Moraes para fundamentar a prisão preventiva de Filipe Martins era falso. Durante audiência realizada na Flórida, o magistrado também determinou que o governo americano apresente os documentos necessários para esclarecer como o dado surgiu e quem esteve envolvido em sua criação.




