BRASÍLIA, 8 de setembro de 2026 — A rápida adesão do ministro Kassio Nunes Marques ao voto de André Mendonça para referendar o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, fortaleceu a posição do relator na Segunda Turma do STF e gerou apreensão no Palácio do Planalto e no gabinete do ministro Alexandre de Moraes.
Únicos integrantes da Corte nomeados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, Mendonça e Nunes Marques protagonizaram divergências pontuais no passado, mas têm consolidado uma frente comum em episódios recentes. A sincronia manifestada na Segunda Turma é tratada nos bastidores como um teste decisivo dessa aliança, impulsionada pelo suporte mútuo entre a vice-presidência exercida por Mendonça no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o respaldo conferido por Nunes Marques na condução dos inquéritos sobre o Banco Master.




