Quando Brasília escolheu proteger as FARC
A corja brasileira tratou como interlocutor político um grupo terrorista que vive do narcotráfico, recrutamento infantil e crimes contra a humanidade
Durante anos, o debate sobre a relação entre o PT e as FARC foi tratado no Brasil como exagero retórico da oposição, teoria conspiratória ou mera exploração política. Mas o tempo, os documentos produzidos pela própria inteligência brasileira e as confissões posteriores de integrantes da guerrilha colombiana acabaram revelando um quadro muito mais grave do que a narrativa oficial tentou sustentar.




