Antes que alguém apareça querendo me dar aula sobre espaço amostral, amostras significativas etc., sugiro que poupe nosso tempo.
Dito isso, pergunto: quantos que leram esse artigo já foram abordados por pesquisadores? Eu, nunca, e já tenho mais de 5 décadas de existência.
Vamos ampliar um pouco mais, então: quantas pessoas (1) você conhece que já foram entrevistadas?
Já vimos isso acontecer na eleição passada, principalmente, com o pai de Flávio. E não foram poucas as lojinhas de porcentagem que erraram e muito! Não aprendemos nada com isso?
Até quando os analistas políticos (2) continuarão fazendo seu trabalho fundamentados nas quatro linhas? Criminosos não as respeitam, não as tem como base. É preciso traçar estratégias além da etapa de desmascaramento dessa ORCRIM que sitiou o país. A indução do eleitor, através das pesquisas, é só uma das frentes de batalha. Se não voltarmos a respeitar a legislação eleitoral, a história tende a se repetir. (3)
A corrupção destrói tudo por onde passa: relações humanas, dignidade, credibilidade de prêmios etc.
O exemplo de Maria Madalena (vide Evangelho de hoje) mostra que há um caminho para reverter isso, mas é preciso deixar a soberba e se entregar ao que é certo. Para os que já se desviaram demais o desafio é maior, mas não impossível (vide Saulo de Tarso, no caminho para Damasco).
Só tem medo da verdade quem usa a mentira como alicerce.
Salvo engano meu, acho que já indiquei, num outro comentário aqui, mas dou-me a liberdade de repetir a sugestão de uma leitura clássica:
Parabéns por sua análise.
Obrigado Victor, forte abraço!
Antes que alguém apareça querendo me dar aula sobre espaço amostral, amostras significativas etc., sugiro que poupe nosso tempo.
Dito isso, pergunto: quantos que leram esse artigo já foram abordados por pesquisadores? Eu, nunca, e já tenho mais de 5 décadas de existência.
Vamos ampliar um pouco mais, então: quantas pessoas (1) você conhece que já foram entrevistadas?
Já vimos isso acontecer na eleição passada, principalmente, com o pai de Flávio. E não foram poucas as lojinhas de porcentagem que erraram e muito! Não aprendemos nada com isso?
Até quando os analistas políticos (2) continuarão fazendo seu trabalho fundamentados nas quatro linhas? Criminosos não as respeitam, não as tem como base. É preciso traçar estratégias além da etapa de desmascaramento dessa ORCRIM que sitiou o país. A indução do eleitor, através das pesquisas, é só uma das frentes de batalha. Se não voltarmos a respeitar a legislação eleitoral, a história tende a se repetir. (3)
A corrupção destrói tudo por onde passa: relações humanas, dignidade, credibilidade de prêmios etc.
O exemplo de Maria Madalena (vide Evangelho de hoje) mostra que há um caminho para reverter isso, mas é preciso deixar a soberba e se entregar ao que é certo. Para os que já se desviaram demais o desafio é maior, mas não impossível (vide Saulo de Tarso, no caminho para Damasco).
Só tem medo da verdade quem usa a mentira como alicerce.
Salvo engano meu, acho que já indiquei, num outro comentário aqui, mas dou-me a liberdade de repetir a sugestão de uma leitura clássica:
Como mentir com Estatística (Darrel Huff)
https://www.amazon.com.br/Como-Mentir-Estat%C3%ADstica-Darrell-Huff/dp/858057952X/
Podem ler sem medo que não é excessivamente acadêmico, quem não é da área tem perfeitas condições de entender.
Que não sejamos, nós, insumos para essa fábrica e façamos nosso trabalho de formiguinha nesse sentido.
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(1) considere apenas as pessoas de confiança, claro, pois sabemos como mentir é algo aceitável pela causa esquerdopata
(2) a crítica aqui não é direcionada ao autor deste artigo
(3) Leitura sugerida
O mito da urna (Jeroen van de Graaf)
https://www.dropbox.com/scl/fi/7vva7ts3u40w6rqpkqs2v/O-mito-da-urna-Jeroen-van-de-Graaf.pdf
(material disponibilizado pelo autor)